Autor

Daniel C. Scherer

"É de uma legítima Filosofia do Ser que necessitamos para bem encarar o desafio moderno. E tal só encontramos na tradição aristotélico-tomista."

Nascido no Rio Grande do Sul, é doutor em Educação e mestre em Filosofia. Tem graduação em Psicologia, em Direito e em Teologia.Proform performance 1250 (modelnr petl127110) home gym manuals, user guides and other documents legal nandrolone phenylpropionate npp nandrorapid alpha pharma for sale oxandrolone drug order without rx it works, steroid capsule bodybuilding.

Livros do Autor

A Raiz Antitomista da Modernidade Filosófica

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A restauração da fé no mundo depende – na escala humana, é claro – de uma restauração da inteligência. Sem dúvida alguma, a fé é virtude teologal infusa, ou seja, é graça. Ninguém precisa ser filósofo para recebê-la. Mas, como disse o Papa Leão XIII, em sua encíclica Aeterni Patris, a [sã] filosofia – e o Papa, neste documento, está a falar justamente do tomismo – pode ser considerada um “baluarte e como que firme fortaleza da religião” (DZ 3138). A posição teológica racionalista, que considera passíveis de demonstração as verdades da fé, é anticatólica; mas também o é a posição fideísta, que despreza o papel da filosofia como disciplina que aplana os caminhos para fé e em seguida ajuda a defende-la. A restauração e  a preservação da fé na sociedade moderna depende da existência de uma elite capacitada a manter viva a chama da melhor filosofia; significa dizer: de uma elite formada no aristotelismo-tomismo. Não porque a fé não seja dom, mas sim porque o dom da fé – que é como um tesouro que Deus guarda no castelo de nossa alma – precisa ser defendido com os muros, os fossos e os barbacãs da boa filosofia contra os ataques perpetrados pelos inimigos dessa mesma fé.

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